Atingidos pelos Reflexos...
sábado, 31 de janeiro de 2009
Pensamentos...
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Nossos Conflitos Internos e a Expectativa de Deus.

Algumas experiências que tive no decorrer das últimas semanas, associadas a algumas leituras que o período de recesso na faculdade me permitiu, colocaram-me quase que de forma obrigatória, na busca de algumas respostas para questões da vida...
Quando você se depara com situações únicas em sua vida, não há como evitar o confronto de idéias e conceitos que você obtera até ali, com os sentimentos que o inesperado e desconhecido lhe apresentam. Instintivamente você começa a pensar sobre o assunto buscando uma explicação para aquilo que o aflige. Ocorre, que a bagagem que você carrega de aprendizado e experiência, talvez não permitam que você possa tirar conclusões e nem mesmo avaliar a situação de maneira lógica e satisfatória. Então, ao não conseguirmos explicar o que nos traz sentimentos desagradáveis, sofremos... E esse tipo de sofrimento inibe nossas capacidades e destitui nossa linguagem, ele quase que paralisa nossa atividade mental e por que não dizer, até mesmo física. Somos levados então á perceber que não há outro caminho, a não ser , como sugerem os filósofos, o de buscar a explicação da verdade, a qualquer preço. Assim, gosto de uma opinião tirada de um texto que li dia desses... “Pensar é fácil. O difícil é pensar as coisas como são – e para isto é preciso contrariar muitas vezes o nosso pensamento, obrigá-lo a ir para onde não quer”.
Entendo que um dos motivos pelo qual o sofrimento nos faz mal, deva-se ao fato de que ele tira nossa liberdade, limita nossas ações e algumas vezes fará com que nos sintamos incapazes de reagir. Porém, analisando-se a situação de outro ponto de vista, será que podemos definir com segurança um conceito para a palavra sofrimento ? Será que temos consciência plena de qual é essa tal liberdade que ele nos tira ?
Como afinal determinamos se algo é bom ou ruim para nós ? Segundo a definição apresentada no início por Kaes, o sofrimento (ou o mal, a dor, o indesejável) é algo que torna a integridade do nosso “eu” prejudicada. Percebe como é tudo muito subjetivo ? O que pode ser prejudicial para meu “eu”, pode não ser para outro indivíduo, logo o sofrimento será sempre passível de uma interpretação dúbia, dependerá de como cada ser entende uma situação como sendo boa ou ruim...Isso também vai depender de uma série de outros fatores, como lugar ou época. O que entendemos com ruim hoje, pode não o ser daqui a algum tempo, ou ainda o que julgo ruim para mim, pode não o ser para outra pessoa. Nos tornamos o juiz, daquilo que consideramos ser bom ou ruim, queremos determinar o julgamento dos fatos pela ótica duvidosa de nossa própria subjetividade. E quanto à liberdade ? O que significa essa palavra para nós ? Seria a capacidade e autonomia para escolher aquilo que achamos (dentro de nossos conceitos) melhor e nos dá mais satisfação? Então me responda...Qual é seu nome? Você teve capacidade ou autonomia para escolhê-lo ? Quem são seus pais ? Em algum momento você pôde determinar quem eles seriam ? A cidade em que você nasceu, foi uma preferência sua ? Talvez tenhamos a mesma liberdade que tem um peixe dentro de um aquário. Penso que é fácil nos enganarmos ao tentarmos definir conceitos de sofrimento e liberdade. Só conseguimos ver o que está diante de nossos olhos, nos perdemos em nossas ponderações sobre os fatos, no momento em que não temos uma visão completa da situação. Assistimos somente o prólogo de um filme e tiramos nossas conclusões sem ao menos procurar saber como será seu desenvolvimento e com absoluta falta de informações sobre seu final.
Acabamos brincando de Deus dentro de nossa independência. Gastamos a maior parte do tempo em que vivemos tentando adquirir o que achamos bom; como: prosperidade financeira, uma boa saúde, um bom emprego, um ótimo casamento, uma bela aposentadoria... Enfim , uma lista interminável de coisas que nos faz gastar uma imensa quantidade de energia, simplesmente por achar que tudo isso nos afastará daquilo que determinamos ou consideramos ser algo ruim.
Para obtermos verdadeira liberdade e paz, temos que desistir desse desejo irracional de independência.
Existe uma idéia corrente de que Deus tem grandes expectativas em relação á cada um de nós. Acabamos então, criando regras e padrões de comportamentos que ao serem cumpridos nos levem para mais perto do sagrado. Mas a estratégia talvez tenha o efeito contrário, e ao invés disso nos aproximar de Deus, acaba por nos distanciar. Não precisamos ir longe... Qual homem que na busca de corresponder às expectativas de Deus, conseguiu seguir todos os dez mandamentos que Ele deixou ? Os mandamentos nesse contexto, nada mais são do que a confirmação de que não conseguimos atingir objetivos alicerçados em regras e leis. Jesus lançou luz sobre os dez mandamentos, ao fazer-nos entender que o importante não era o cumprimento das regras como meio de agradar á Deus. Mas o amar á Deus e as pessoas, isso sim nos levaria a um verdadeiro relacionamento e entendimento da vontade dEle.
O caminho para entendermos um pouco mais sobre sofrimento e liberdade, certamente está no relacionamento com Deus. Não na preocupação de colocá-lo como prioridade ou no “topo da lista” de nossas necessidades, mas sim, na busca constante e incansável de que Ele seja o “centro” de nossas vontades e ambições. Precisamos procurar esse relacionamento, á ponto de entendermos o que significa a confiança plena em Deus e à entrega de todas nossas ações à direção e bondade inerente dEle. E pensando bem, seguir regras pode até tornar as coisas mais fáceis para o homem, mas a mesma facilidade o afastará do verdadeiro conhecimento e relacionamento com a pessoa de Deus. As regras e os princípios são sem dúvida mais simples do que o relacionamento, pois não envolvem um compromisso pessoal ou uma parceria, por parte de quem quer cumpri-los, basta seguir as normas. Com leis e regras adquirimos o poder de julgar os outros e nos tornar superiores à eles. Nos deixa mais seguros do ponto de vista humano. De outro lado, a conversa com Deus, sentir sua proteção sobre nossas vidas, o desejo de conhecer sua vontade, nos entregar a um desejo profundo de sentirmos sua presença, enfim... nossa busca por esse relacionamento é algo á ser cultivado em todos os momentos de nossas vidas, e requer de nós uma firme disposição em amar e sermos amados e assim cuidados por Aquele que nos criou.
Então diante disso, qual seria a expectativa de Deus com relação ás nossas atitudes dentro dos conflitos e sofrimentos pelos quais passamos ? Diria que nenhuma...Isso mesmo, Deus não tem expectativa nenhuma em relação a você, a mim e a qualquer outro ser humano. Afirmar que Deus tem expectativas com relação a nós, significaria dizer que Ele não sabe nosso futuro, ou que Ele estaria esperando que nós mesmos determinássemos o que fazer para se obter um resultado desejado. Sabemos ao estudar sobre a natureza de Deus que isso é impossível. Pois esse mesmo Deus diz que é ELE que opera em nós tanto o querer como o efetuar segundo a sua vontade”(Fil. 2:13).
Deus nos conhece e sabe tudo sobre nós. Por que Ele teria uma expectativa diferente daquilo que já sabe? O que sabemos de Deus, e o que Ele nos deixa claro, é sua prontidão constante e a disposição que Ele tem em dar-nos a capacidade de reagir a qualquer situação e circunstância em que nos encontramos.
Não sei se assim como eu, você viveu ou esteja vivendo momentos que considere difíceis em sua vida. O que sei, é que o Deus que se apresenta como o grande “EU SOU”, não faz nada fora do amor. Pois Ele é amor. E o que escrevo aqui, tenta de alguma forma transmitir esse amor que só pode ser sentido de forma prática quando buscamos esse relacionamento, apesar de passarmos pelo que julgamos ser um sofrimento. Muitas coisas acontecem em nossas vidas, as quais pela limitação de nossas mentes somos incapazes de imaginar ou entender. O que podemos fazer nessa hora é usar o máximo da confiança que temos em Deus e buscar essa aproximação, que nos fará entender que toda e qualquer mudança significativa em nossas vidas e a compreensão de toda e qualquer situação, só acontece quando permitimos em nós o agir desse maravilhoso e amoroso Deus. Pois sem Ele...nada podemos fazer.
“Um Deus infinito pode se dar inteiro a cada um de seus filhos.Ele não se distribui de modo que cada um tenha uma parte, mas a cada um ele se dá inteiro, tão integralmente como se não houvesse outros. “ - A.W. Tozer
PIOR, QUE É VERDADE!
sábado, 24 de janeiro de 2009
Casamento

Quando casamos...casamos.
Casamos primeiro com quem nos apaixonamos e amamos...
Mas casamos também com as imperfeições, com as dúvidas e com as discordâncias...
Casamos...porque não podemos e não conseguimos viver sozinhos...
Casamos...porque somos incompletos...e nos completamos quando achamos quem nos torna completos.
Casamos com a esperança, com a alegria, com a euforia, com o inexplicavelmente prazeroso...
Mas casamos também, com a tristeza, com o desânimo, com o aborrecimento...
Casamos, porque entendemos que o amor existe e faz com que tudo que façamos ou deixemos de fazer, será aceito e compreendido por quem nos ama....
Quando casamos...casamos. Para sempre...!
O amor entre um homem e uma mulher,
está descrito na indefinição de ser definido e na impossibilidade de ser compreendido...
Que Deus dê á vocês, amor e sabedoria para compreenderem um ao outro, dia-a-dia, em todos os dias que vocês viverem.
Do amigo Júnior e Família.
24/01/2009
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (Apóstolo Paulo)
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Igreja com Propósitos

Igreja Batista Em Barão Geraldo – Boletim Dominical – 19/10/2003
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Unidos apenas pela verdade
Unidos apenas pela verdade...terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Aproveitando as ocasiões e oportunidades.

Tentarei narrar a situação ali apresentada.
É um julgamento. Acontece na cidade de Cesaréia.
Da parte da acusação apresentam-se: O sumo-sacerdote Ananias, algumas testemunhas identificadas como “anciãos judeus”, e um orador, que penso poder ser chamado também de advogado, por nome Tértulo.
Da parte da defesa: Nosso conhecido apóstolo Paulo.
Na cadeira de julgador, o governador de Cesaréia - Félix.
Félix , de acordo com a história, não era um bom governador, mas um homem cruel que aproveitou sua posição para cometer injustiças contra as pessoas. Da mesma maneira, Tértulo, em sua posição de advogado de defesa, faz um discurso totalmente hipócrita antes de começar sua acusação, o que evidencia que os Judeus que acusavam Paulo não estavam nem um pouco preocupados com a verdade, antes com o controle e manutenção do poder. Em sua acusação, Tértulo, o advogado, afirma: “Temos achado que este homem é uma peste, e promotor de sedições entre todos os judeus, por todo o mundo, e chefe da seita dos nazarenos; o qual tentou profanar o templo; e nós o prendemos.”
Félix então, dá um sinal á Paulo, para que fizesse sua defesa. Paulo explicou que não tinha agitado nem incitado ninguém, durante os poucos dias que ficara em Jerusalém. Ele negou as acusações de Tértulo, dizendo que a diferença entre ele e os judeus não era sobre a lei, mas sim sobre a ressurreição dos mortos que Paulo pregava e alguns dos Judeus não aceitavam. Ainda em sua defesa, Paulo diz que as pessoas que o acusaram em Jerusalém, não compareceram ao julgamento para fazer as acusações e que os que ali estavam não faziam acusações legítimas.
O governador decide que não daria uma solução rápida para o caso, o julgamento final caberia a Cláudio Lísias. Assim, Paulo ficaria ainda mais dois anos em Cesaréia, aguardando esse novo julgamento. Preso, porém com regalias na cadeia, tal como receber a visita de todos os seus e ainda sob as ordens de Félix de que todos fossem tratados com brandura.
O que acontece nesses dois anos seguintes, talvez seja o principal motivo da injusta acusação de Paulo. No texto sagrado encontramos um resumo , que denota qual era a intenção do apóstolo, tão mal compreendida pelas pessoas que o acusavam.
“Alguns dias depois, vindo Félix com sua mulher Drusila, que era judia, mandou chamar a Paulo, e ouviu-o acerca da fé em Cristo Jesus.”“E discorrendo ele sobre a justiça, o domínio próprio e o juízo vindouro, Félix ficou atemorizado e respondeu: Por ora vai-te, e quando tiver ocasião favorável, eu te chamarei.”
A lição que podemos tirar do apresentado até aqui é a seguinte:
Ás vezes deparamo-nos com situações em que tudo parece conspirar contra nós. Talvez até falsas acusações sejam levantadas. É provável que em nossa caminhada , muitas vezes nos sintamos sozinhos e mal compreendidos. Porém, toda essa situação pode estar apontando para mais uma oportunidade que Deus nos dá de nos revestirmos de coragem, discernimento, e perseverança para realizar Sua vontade. Paulo entendia isso, e nunca perdeu de vista sua missão, nem se abateu por ter que se defender sozinho. Deus o revestia de sabedoria para que usasse as palavras certas. Paulo aproveitou a ocasião e a oportunidade.
Isso implica também em nossas vidas a aproveitar as oportunidades para buscarmos um relacionamento genuíno e de compromisso com Deus, assim como ensinado pelo apóstolo Paulo, que não se abalava com as situações de oposição á sua volta. Compromisso esse negado por Félix que colocava em 1º lugar, sua posição diante dos homens.
Lembrei enquanto escrevia sobre o texto de Atos, de um artigo que li há uns dias e que nos fala sobre a vida de um grande escritor...e nos ensina também algo sobre a importância de construirmos esse relacionamento sólido com Deus....
Seguimos refletindo....Sob a dependência e misericórdia de Deus...
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
O MAL EXISTE ?

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Sentimentos

Ás vezes, eles podem acontecer em nossas vidas, dentro de períodos bem curtos de tempo. Podem variar, em questão de horas, do mais insuportável ao mais prazeroso. Porém, como são únicos, não conseguimos nomeá-los, pois nunca havíamos nos deparado com eles. E teimamos em querer dar nome á algo que não podemos.
Mas é certo, que nem tudo na vida precisa ser definido reduzido e enquadrado em palavras.
Um grande desafio Deus encarou quando Moisés "peitou" e perguntou: "Mas se eles perguntarem quem me mandou o que eu digo? Quem é o Senhor?"
Então Deus resumiu a si mesmo em "Eu Sou", mas isso, na verdade, foi uma tremenda simplificação apenas para Moisés, pois Ele é indefinível até por Ele mesmo, então... Nem tudo se expressa em palavras. E esse é o grande mal de nossa sociedade atual... Queremos resumir tudo a palavras e definições e colocar no papel... Passa-se mais importância ao papel do que ao espírito que há por trás, a intenção, o contexto... E aí, ficamos limitados a ter que colocar em palavras e papel o que pensamos, o que é fruto de longas ponderações e reflexões... Aquilo que pra nós mesmos está tão claro, para outros não está... Esforçamos-nos e nos empenhamos em fazer todo um sentimento, uma impressão, um desejo, uma vontade caber dentro de limites estreitos do vocabulário que possuímos. O português pode ser rico como for, mas quem é que consegue de fato expressar ao seu parceiro o quanto o ama?
Nem mesmo João conseguiu isso!... "Porque Deus amou o mundo de TAL MANEIRA..."
Por isso, nem sempre vamos conseguir dar nome ao que sentimos...
Texto extraído do site – amigosdeverdade.com
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Caminhando...

Que diremos pois a estas coisas ? Se Deus é por nós, quem será contra nós ? Romanos 8:31
Você tem sentido dificuldade em encontrar pessoas dispostas a lhe dar apoio, estar ao seu lado nas horas difíceis e entendê-lo ? Ao mesmo tempo é tão comum identificar os inimigos, os críticos, os opositores . Aqueles que estão prontos à agressão, ao julgamento fácil e que parecem sempre estar buscando destruí-lo.
Se isso o abala traz desânimo ao seu coração.
Mas é importante lembrar que a posição das pessoas em relação a nós é insignificante se comparada com a de Deus !
Amado leitor, se sua vida é correta, se você tem buscado agradar ao Senhor, e não nutre más intenções contra o seu próximo, então não há o que temer nem com que se preocupar, pois Deus está com você !
Descanse nessa proteção...
José Junior
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Você ainda vai ligar os pontos...
Pendência
Jornal Cosmo On Line – 30/11 /2008.
Acompanhamos semana passada uma reportagem , na qual José Pavan Junior, hoje prefeito de Paulinia ,negociava a contratação de suposto empresário para trabalhar em sua campanha política nas eleições do ano passado. Em gravação telefônica, o provável contratado pedia um “adiantamento” de R$ 100.000,00, quantia pela qual prometia ao candidato Pavan Junior, “conseguir muitos votos”. Gravação esta, examinada pelo renomado perito Ricardo Molina da Unicamp, e confirmada como sendo um material onde inexiste a possibilidade de fraudes. Existe processo no Ministério Público que investiga a questão.
O assunto nos faz pensar em até que ponto nós , que nos chamamos cristãos, devemos nos envolver no apoio ou defesa pública, desse ou daquele candidato. Sou do tempo, (apesar de ainda jovem...rs) onde o envolvimento da igreja com a política era quase que nenhum. Não aceitavam-se, por parte das igrejas de denominação batista, doações declaradas de nenhum órgão público. Os recursos tinham origem nas ofertas voluntárias e dízimos de seus membros. O cuidado com as entradas de ofertas de não membros, era algo muito mais rigoroso .
O que percebemos hoje em relação ao assunto é algo no mínimo preocupante. Em época eleitoral vemos candidatos encherem os bancos das igrejas, tal qual enchem os bairros da periferia. Após eleitos, difícil de encontrá-los nos mesmos lugares. As igrejas têm sido mais receptivas à idéia do apoio à esse ou aquele candidato, na maioria das vezes, não se importando com as práticas dos mesmos no que diz respeito á conduta ética e cristã. Temos visto, não raro, pastores e líderes rasgarem elogios á candidatos potenciais aos mais altos cargos até mesmo nos púlpitos das igrejas. (Coisa que talvez os liderados das próprias igrejas há algum tempo não ouvem pelo excelente trabalho que fazem).
Surge então uma dúvida quando nos deparamos com essa situação. Seria possível que hoje até mesmo as igrejas do Senhor Jesus, estejam correndo atrás não só de almas, mas também das benesses que a máquinas política e administrativa de uma cidade podem lhe dar ? Será mesmo que ás vezes por um cargo político possamos estar abrindo mão de princípios tão sólidos de outrora ? Não quero acreditar nisso, seria estar se vendendo por um preço baixo demais. Isso não pode caber dentro de uma mente dirigida por Cristo.
Penso que é missão da Igreja sim, levar a Palavra de Deus e demonstrar aos políticos o amor e ensinamentos de Cristo, aliás não só aos políticos, mas á todas as classes de trabalhadores, sejam de empresas privadas ou repartições públicas. Acompanhando o pensamento de Charles Spurgeon, um dos maiores pregadores que já existiu que disse dos políticos: “Eu tenho ouvido, ‘Não traga a religião para a política’. É precisamente para este lugar que ela deveria ser trazida e colocada ali na frente de todos os homens como um candelabro”.
Creio que levar Jesus aos políticos requer de nós um firme propósito e alicerce na Palavra de Deus, que nos recomenda não nos filiarmos à um jugo desigual, afinal, que sociedade tem a justiça com a injustiça ? Faz-nos pensar na responsabilidade que temos com a moral, com a ética e com a honestidade que a Palavra de Deus nos recomenda. Era a ênfase de Spurgeon. Não há nada errado com o Cristão que tenha um cargo político. Já um Cristão que compartilha as mesmas idéias de um político desonesto e faz alianças partidárias com grupos que vão na direção contrária à doutrinas que entendemos serem corretas só nos afasta do verdadeiro cristianismo. E quando isso é aceito por líderes e pastores de nossas igrejas, as conseqüências podem ser ainda piores.
“Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão”. I Tim. 6:9-11.
José B. Silva Junior
01/2008
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Feliz Ano Novo !

Balanço
É costume de algumas pessoas, também nessa época do ano, fazerem o que se convencionou em chamar-se de “Resoluções para o ano novo”. Apesar de pessoalmente acreditar que devamos fazer isso diariamente, creio que a idéia de estabelecer novas metas para nossas vidas é salutar em toda e qualquer época.
Nesse último dia do ano, estou tentando fazer o balanço que fazia nas empresas onde trabalhei, em minha vida pessoal . Quero verificar se tudo que tenho “estocado” dentro de mim, confere com aquilo que tenho adquirido ou se já não é algo do que já tenha me desfeito. Já verifiquei que há algumas coisas fora de ordem, outras “empoeiradas” que havia até me esquecido que as tinha, mas que tem muito valor. Há ainda outras , as quais já não deveriam mais estar aqui e muitas que preciso urgentemente providenciar para compor o “estoque”. Estou percebendo que vou gastar mais tempo para fazer isso do que imaginava, talvez até me “suje” um pouco por conta disso, mas é necessário. Preciso planejar melhor minha vida, ter um futuro certo, depositar minha esperança em resoluções que valham a pena. Preciso criar o hábito de aplicar aquilo que tenho aprendido de bom de forma prática e efetiva em minha vida e na vida das pessoas que estão á minha volta. Preciso me desfazer de certos hábitos que acredito me impedirem de atingir meus objetivos. Preciso fazer com que minha vida seja produtiva, de tal forma que os resultados do balanço no ano que vem superem todas as minhas expectativas... E nesse tempo de reflexão, lembro da palavra infalível de Deus, para que os meus (e também os seus) planos dêem certo...
Pois eu bem sei os planos que estou projetando para vocês, diz o Senhor; planos de paz, e não de mal, para dar a vocês um futuro e uma esperança. Então vocês me invocarão, e virão até mim , e falarão comigo, e eu ouvirei vocês. Vocês me buscarão, e me acharão, quando me buscarem de todo o vosso coração.( Jeremias 29:11-13)
Por que sem Mim...nada podeis fazer. (João 15:5)
Meus votos nesse novo ano que se inicia é de que todos nós possamos fazer esse balanço de fim de ano, verificar nossa real situação, e de posse dessas informações, traçar planos conforme os planos de Deus para nossas vidas.
UM FELIZ 2009 á todos os amigos ...
José B. Silva Junior
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
FELIZ NATAL !
Hoje sou livre...livre...Ele vive !!!
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Por que ?

Sinto também que talvez algo devesse ser feito, falado ou escrito. Palavras que precisem chegar à algum lugar onde encontrem pelo menos uma reflexão. Palavras (ou gestos) que alguém talvez esteja esperando. Mas , o sentimento que prevalece, é o de ética, respeito e admiração que impedem qualquer literalidade, discurso ou ação que possam ferir esses sentimentos construídos ao longo de tantos anos.
Talvez esteja sendo egoísta, já pensei nisso...Mas quando você sente o perigo á sua volta, é natural, que pense em você. Preservar-se é o primeiro passo para não prejudicar à si mesmo, nem aqueles que você ama.
Há quase uma unanimidade na conclusão de que vivemos dias difíceis. Mas, o que na verdade têm nos ameaçado ? O que nos tem afligido ? Por que você não está plenamente satisfeito como (ou onde) está ? Alguém respondeu que a culpa é do sistema. E talvez seja mesmo esse o perigo que enfrentamos hoje e que traz tantas ameaças às nossas vidas.
Mas, o que esse sistema pode contra nós ? Ele vai conseguir diminuir-nos a ponto de negarmos nossas origens ? Como nos relacionamos com o sistema de modo que possamos não o servir sem pensar ? O que precisamos talvez, é aprender a viver neste tempo que se chama hoje, como verdadeiros seres humanos, racionais que somos. E isso, pode ser feito, quando nos mantemos fiéis aos nossos próprios ideais, rejeitando as exigências impessoais e impostas pelo sistema que nos pressiona. Ainda que sejamos bem sucedidos em nossos propósitos, pense um pouco: Que espécie de vida é essa ? Que tipo de sucesso é esse que o obrigou a nunca mais fazer nada do que quis e aprendeu em toda sua vida ? Quando você sentir que encontrou um caminho, que é por ali que deve ir, então mantenha-se firme no caminho que você escolheu, e não deixe ninguém desviá-lo dele.
José B. Silva Junior
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Perguntar não ofende...
Perguntas Retóricas - Renato Fontes
Por Renato Fontes
Estive pensando em algumas coisas ao longo dos últimos anos e, de tão intrigado que fico com algumas delas, decidi colocar minhas indagações na forma de perguntas. Algumas das perguntas ouvi de outros, como a 4, a 5 e a 6, que aprendi com Juan Carlos Ortiz (do livro "O discípulo"), mas a maioria veio de experiência própria. Resolvi utilizar o mesmo estilo de argumentação de Philip Yancey, no seu livro "I was just wondering" ("Perguntas que precisam de respostas", editora Textus). Afinal, como diz o ditado, "perguntar não ofende"...Eu só queria saber:
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Elogium

a) por medo de que isso signifique reconhecê-lo como melhor que elas;
b) por medo que isso fortaleça muito o outro e comprometa sua autoridade sobre ele (no caso, se o outro for um liderado);
c) por orgulho próprio, egoísmo e vaidade, uma vez que acham que são melhores em tudo;
d) por vingança, uma vez que nunca foram elogiadas;
e) por falta de discernimento e humildade em distinguir as qualidades do outro;
f) por serem negligentes ou por ignorarem a necessidade da construção de relacionamentos fortes;
g) por terem visão estreita do mundo, achando que somente elas são capazes de fazer as coisas bem-feitas;
h) por timidez;”
Nós que estamos vivos, precisamos nos empenhar em distribuir palavras agradáveis aos que estão á nossa volta. Em um mundo tão conturbado e violento, isso se torna quase que uma emergência.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Tozer
MANÁ DA SEMANA: APRENDENDO COM TOZER
Sex, 24 de Outubro de 2008 11:29 José Benedito Silva Junior
Ontem durante o intervalo de aula na faculdade, num daqueles grupinhos que se formam para um bate papo informal , onde sempre temos a oportunidade de beber da experiência e do conhecimento de futuros teólogos ; conhecimento este, produto de horas de leituras e dedicação ás pesquisas em alguns dos mais de 14.000 volumes que compõem a biblioteca da Faculdade Teológica Batista de Campinas, entre um assunto e outro abordado pelos diletos estudantes, assuntos esses aliás, de notável relevância à contribuição do nosso desenvolvimento intelectual, foi exatamente o comentário sobre um livro e mais especificamente seu autor, o que mais despertou minha curiosidade.
O livro do qual falávamos, era uma coletânea dos escritos de A.W. Tozer. Na ocasião, alguém questionou sobre a abreviação do nome, e nenhum dos aplicados aspirantes à busca do saber ali presentes, incluindo esse que vos escreve, conseguiu se lembrar (é assim que falamos, quando não sabemos algo), do significado da abreviação “A.W”. Então, para que não mais nos esqueçamos (ou aprendamos) do nome de tão importante escritor e pensador Cristão aí vai:
Aiden Wilson Tozer nasceu em Newburg, Pensilvânia, Estados Unidos, em 21 de abril de 1897. Em 1912, sua família deixou a fazenda e foi para Akron, Ohio; e, em 1915, aos 17 anos de vida, converteu-se a Cristo, e imediatamente passou a ter uma fome e sede insaciáveis por Deus. Morreu em 1963 e na sua lápide foi escrito: “A. W. Tozer, Um homem de Deus”. esta afirmação, representa o sonho que este homem teve em toda sua vida: Ser “apenas” um homem de Deus. O reconhecimento não foi fruto de lábios lisonjeadores, mas da vida divina que exalava de um homem simples, sério e que amava profundamente ao Senhor e a sua Palavra.
Tozer certa vez escreveu: “Urge voltarmos ao verdadeiro cristianismo, não apenas no que se refere ao credo mas também a prática real de vida. Separação, obediência, humildade, naturalidade, seriedade, autodomínio, modéstia, longanimidade: tudo isso precisa fazer parte do viver cotidiano normal de quem se diz discípulo de Jesus. Precisamos purificar o templo, tirando os mercenários e os cambiadores, e ficarmos sob a autoridade do Senhor ressurreto. Daí, sim, poderemos orar em plena confiança, e aguardar o verdadeiro reavivamento que certo virá”. No seu enterro alguém disse: “Eu temo que nós nunca vejamos outro Tozer. Homens como ele não são gerados nas faculdades de teologia, mas ensinados pelo Espírito Santo”.
Com quase meio século após sua morte, o ministério de Tozer está vivo como nunca. Seus preciosos livros rodam o mundo todo, em dezenas de idiomas, carregando uma palavra profética de conteúdo imensurável. Eles causam repugnância aos superficiais, mas alimentam solidamente os que buscam conhecer profundamente a Jesus. Seus livros não ocupam lugares nas vitrines dos mercadores da fé, mas são publicados por trabalhos sérios.
Alguém também disse sobre Tozer: “Suas obras, nos entusiasmam tanto sobre a verdade que nos esquecemos de Tozer e tratamos de pregar a Bíblia.”
Que esse breve comentário sobre Tozer e sua obra, possa servir de inspiração para todos nós, à praticarmos aquilo que temos lido e aprendido , e que as “conversas do intervalo” sejam cada vez mais produtivas e inspiradoras.
Que Deus nos capacite...
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Ter razão ou ser feliz ?
Estamos no fim do semestre, e eu com varios trabalhos por fazer...por isso tambem, ando sem tempo de postar meus textos...Meu amigo Max me enviou a mensagem abaixo essa semana. Otimo para nossa reflexão. Valeu Max !Ter razão ou ser feliz?
Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já esta atrasado para jantar na casa de alguns amigos.
O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.
Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira a direita e percebe que estava errado. Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.
Mas ele ainda quer saber: "Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais". E ela diz: "Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite".
MORAL DA HISTÓRIA
Essa pequena historia foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência:
"Quero ser feliz ou ter razão?"
Pense nisso e seja feliz.
(autoria desconhecida)
sábado, 8 de novembro de 2008
Bolsa de Valores

Outro dia ouvi pelo rádio alguem dizer que o que experimentávamos até aqui, era um falso crescimento econômico. Uma ilusão provocada pelo aquecimento da economia, com um dinheiro que na verdade não existia. Os valores circulavam pelo mercado, mas em algum momento seus verdadeiros donos o reclamariam. Apesar do comentário simples, pensei que talvez seja isso mesmo o que tenha acontecido.
E , como em nossa sociedade capitalista, tudo tem girado em torno do consumo, quando perdemos esse poder, a tendência é ficarmos preocupados pelo fato de talvez não conseguirmos fazer tudo aquilo que planejamos . Ficamos aborrecidos com a possibilidade de ficarmos distantes de nossas metas, e sofremos com isso.
Penso que ás vezes, temos nos cobrado demais. Conversando com uma amiga esses dias, chegamos a conclusão de que é fácil nos comportarmos desse jeito. Queremos ter tudo sob o nosso controle, comandar a situação, precaver problemas, eliminar riscos. Vivemos como se tivéssemos que ter as respostas pra tudo, agir sempre como se tivéssemos que provar que somos melhores do que os outros, parece que estamos sempre defendendo uma tese na qual não podemos tirar menos que 10. Temos medo de expor nossas limitações, revelar nossos fracassos, compartilhar as fraquezas . Talvez, passemos tempo demais querendo mostrar aos aos outros o que na verdade gostaríamos de ser. Mas a verdade é que não dá pra ser assim. O preço á pagar é alto demais e a cobrança imposta sobre nós pela sociedade chega a ser insuportável ás vezes. Mas há uma saída !
Deus, em sua infinita sabedoria e capacidade de sondar o coração do homem e seus desejos humanos, deixou-nos uma mensagem que nos alerta sobre como devemos agir em relação ao problema.
Quando percebemos que o futuro pode ser incerto, que os recursos financeiros podem em algum momento nos faltar, se talvez estejamos em algum momento nos iludindo que tudo que obtemos seja mesmo nosso, e através de nossos próprios esforços, convém lermos e lembrarmos sempre das palavras de Jesus no evangelho de Mateus:
“Não andeis ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Olhai para as aves do céu que não semeiam nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.25,26,33).
Não podemos e não devemos nos iludir, tudo que acontece à nossa volta, o tempo e a maneira como vivemos, nossa própria vida, deve ser entregue ao seu verdadeiro dono, aquele que à criou. É a condição apresentada no texto de Mateus, o de buscarmos em primeiro lugar as coisas de Deus e sua justiça para que tenhamos tudo aquilo que precisamos.
Na bolsa de valores do céu, nossas ações, quando são orientadas e dirigidas por Deus, permanecem sempre em alta e podemos assim ter paz em meio à qualquer crise.
Deixo-vos a Paz, a minha Paz vos dou: Não a dou como o mundo a dá...João 14:27
José B. Silva Junior